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	<title>Coletivo Fake Fake</title>
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		<title>&#8220;Little League&#8221; é muito legal!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 14:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roger</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Roger Faria]]></category>
		<category><![CDATA[dc comics]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
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		<description><![CDATA[Alguém já ouviu falar da &#8220;Little League&#8221;?  É uma webcomic semanal de Yale Stewart. Ela fala das aventuras de personagens da DC, só que retratados como crianças que frequentam o ensino fundamental. O projeto não está ligado à DC Comics, e seu conteúdo criativo garante momentos de pura diversão, principalmente para aqueles que conhecem o Universo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém já ouviu falar da &#8220;Little League&#8221;?  É uma webcomic semanal de Yale Stewart. Ela fala das aventuras de personagens da DC, só que retratados como crianças que frequentam o ensino fundamental.</p>
<p>O projeto não está ligado à DC Comics, e seu conteúdo criativo garante momentos de pura diversão, principalmente para aqueles que conhecem o Universo DC, pois a maioria das piadas está relacionada obviamente aos perfis e poderes de cada personagem. O único problema é que está tudo em inglês. Mas se você não domina a língua, um tradutor online com certeza vai ajudar. Depois que descobri esse conteúdo virei frequentador assíduo do projeto. &#8220;Little League&#8221; é muito, mas muito legal!</p>

<p>&nbsp;</p>
<p>Para ver mais acesse: <a href="http://littleleaguecomic.tumblr.com/" target="_blank">Little League</a></p>
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		<title>Friday Illustration #9 &#8211; Quadrinhos e canções na tela</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jader de Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jader de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Webcomic Quadrinhos Rasos HQ]]></category>

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		<description><![CDATA[Começar a sexta com enxaqueca. Que bom ein! Como de costume, todos os dias abro o meu navegador e passo por alguns sites que sempre acompanho. Enquanto as abas abrem, normalmente passam de 15, eu olho aqui pra janela da sala de onde trabalho e penso um pouco na vida. As vezes me lembro de coisas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começar a sexta com enxaqueca. Que bom ein! Como de costume, todos os dias abro o meu navegador e passo por alguns sites que sempre acompanho. Enquanto as abas abrem, normalmente passam de 15, eu olho aqui pra janela da sala de onde trabalho e penso um pouco na vida. As vezes me lembro de coisas que esqueço como colocar a ração pros cachorros antes de sair de casa ou esquecer o fone de ouvido! :S Bom, uma das coisas que tô sempre olhando é um projeto de webcomic de dois quadrinistas e ilustradores <strong>Eduardo Damasceno</strong> e <strong>Luís Felipe Garrocho</strong>, o projeto de se chama <strong><a title="Quadrinhos Rasos" href="http://www.quadrinhosrasos.com/" target="_blank">Quadrinhos Rasos</a></strong>. Eles fazem quadrinhos em cima de letras de músicas. É viciante! Porque todos são muito bons! <strong><a title="Sobre Quadrinhos Rasos" href="http://www.quadrinhosrasos.com/?p=142" target="_blank">Aqui</a></strong> você pode saber mais sobre o projeto deles, a história, como e porque decidiram abordar e interpretar por quadrinhos a poética que está por trás das letras de algumas músicas. Eles também já lançaram uma obra impressa chamada <strong><a title="Achados e Perdidos" href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2011/review_AchadosPerdidos.cfm" target="_blank">Achados e Perdidos</a></strong>. Será que eu vou comprar? <img src='http://www.fakefake.com.br/site/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Já tô é atrasado pra ter isso na minha estante! hehe</p>
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<p>Bem, a dor de cabeça passou.. <img src='http://www.fakefake.com.br/site/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Bom final de semana pra todos. E leiam HQs! rs</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abraço</p>
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<div></div>
<p>que eu acho incrível</p>
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		<title>Will</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodolfo Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[A animação &#8220;Will&#8221; contar a triste história de um pai vai trabalhar no World Trade Center em 11 de Setembro de 2001 e deixando sua filha em casa. Por Eusong Lee. Música: Julian Kleiss.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A animação &#8220;Will&#8221; contar a triste história de um pai vai trabalhar no World Trade Center em 11 de Setembro de 2001 e deixando sua filha em casa.</p>
<p>Por Eusong Lee.</p>
<p>Música: Julian Kleiss.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/41369274" width="500" height="281" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
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		<title>Formas em transformação: de Steinberg ao Charivari</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fakerconvidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Faker Convidado]]></category>
		<category><![CDATA[bili com limão verde]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo charivari]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo fake fake]]></category>
		<category><![CDATA[daniel bueno]]></category>
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		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[saul steinberg]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; (por Daniel Bueno) Comecei a fazer ilustrações quando estava concluindo a faculdade de arquitetura, em 2000, e em pouco tempo meu trabalho já apresentava um estilo próprio e reconhecível. Havia no período a ansiedade que caracteriza essa fase inicial da carreira, imersa em dúvidas, inseguranças – com a conseqüente busca por referências e fundamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>(por <a href="http://www.buenozine.com.br/">Daniel Bueno</a>)</p>
<p>Comecei a fazer ilustrações quando estava concluindo a faculdade de arquitetura, em 2000, e em pouco tempo meu trabalho já apresentava um estilo próprio e reconhecível. Havia no período a ansiedade que caracteriza essa fase inicial da carreira, imersa em dúvidas, inseguranças – com a conseqüente busca por referências e fundamentos suficientes para situar o ilustrador de modo razoável no imenso campo das possibilidades. Havia um complicador: sempre gostei de uma variedade enorme de abordagens nas artes, nos cartuns, na ilustração, nos quadrinhos e causava incômodo não saber que tipo de traço desenvolver. Senti a necessidade de me aprofundar em algum estilo e fazer escolhas, pois ficava perdido em meio a tantas opções. Me parecia que, fazendo de tudo um pouco, não chegaria a lugar nenhum. Foi fundamental, portanto, a percepção de que deveria me ater a alguma pesquisa gráfica permanente, possível com a publicação quase mensal em revistas como a Caros Amigos. Com erros e acertos, avaliando cada trabalho realizado, e com liberdade razoável para não ter que me metamorfosear a favor do cliente a toda empreitada, pude aos poucos encontrar um caminho.</p>
<p>Ainda hoje esse estilo apresenta formas geométricas e sintéticas com texturas decorrentes de colagem digital e manual: peças soltas feitas com papel poroso, recortes de jornais e revistas, pintados com tinta acrílica, e posteriormente escaneadas e tratadas no Photoshop. É o estilo presente no curta de animação “Aos Pedaços”, na capa da revista Ragu, no livro infantil “O grande circo do mundo” (texto de Marta de Sena/ Companhia das Letrinhas). Apesar das peculiaridades gráficas e abstratas, há a sugestão de volumetria no leve sombreamento das formas, que de algum modo acolhem o receptor e conferem ao ambiente um determinado grau de fantasia.</p>
<div id="attachment_2819" class="wp-caption aligncenter" style="width: 219px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/grande-circo.jpg"><img class=" wp-image-2819 " src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/grande-circo-209x300.jpg" alt="" width="209" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">“O grande circo do mundo” - representando o meu estilo tradicional</p></div>
<p>No entanto, a partir de 2004 minhas abordagens gráficas começaram a variar consideravelmente. Contribuíram para essas transformações as experiências com livros infantis: naquele ano ilustrei meu primeiro livro, “O Pequeno Fascista” (texto de Fernando Bonassi/ Cosac Naify), que, inspirado nas colagens dadaístas, integrava fotos às colagens, ainda elaboradas no estilo tradicional. No mesmo ano iniciei os trabalhos para o livro “Um garoto chamado Rorbeto” (texto de Gabriel, o Pensador/ Cosac Naify), em que recorri à abordagem com clichés e elementos de cartilhas como referência ao universo escolar presente na história. O longo processo de trabalho com o “Rorbeto” envolveu uma busca até então inédita por um estilo diferente daquele que vinha sendo empregado, e culminou em colagens mais “gráficas”, sem permanente presença de personagens e situações em um espaço e tempo definidos. Os elementos gráficos – como números, letras, lápis e compassos, rostos de pessoas retirados de cartilhas &#8211; foram dispostos de modo mais solto na página. A técnica da colagem permaneceu, dessa vez com recorte de papéis com estampas, sem pinturas, volumetrias e tratamentos excessivos no Photoshop. Essas soluções, pautadas pela busca por adequação ao projeto editorial da publicação, acabaram abrindo portas para novas experimentações. Aos poucos passei a aplicar fotos, colagens sem pinturas e clichés nos trabalhos para as revistas. Surgia uma nova postura, menos presa a um estilo fortemente definido. Contribuíram para o desenvolvimento dessas abordagens minha pesquisa sobre <a href="http://www.saulsteinbergfoundation.org/">Saul Steinberg</a> e o surgimento do <a href="http://chari-vari.blogspot.com.br/">Charivari</a>.</p>
<div id="attachment_2820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 222px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Pequeno-Fascista-famlia2.jpg"><img class="wp-image-2820 " src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Pequeno-Fascista-famlia2-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;O Pequeno Fascista&quot; - primeira experiência com fotos aplicadas ao estilo tradional</p></div>
<div id="attachment_2832" class="wp-caption aligncenter" style="width: 215px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/mao-final-jpg.jpg"><img class="wp-image-2832 " src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/mao-final-jpg-205x300.jpg" alt="" width="205" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Um garoto chamado Rorbeto&quot; - uso de clichés</p></div>
<p>A obra do desenhista romeno naturalizado americano Saul Steinberg (1914-1999) foi fundamental para meu trabalho desde o começo de carreira. Referência importante em meu Trabalho Final de Gradução na FAU-USP, concluído em 2001, suas criações me ensinaram muito sobre síntese e concisão, aspectos que busquei aperfeiçoar nos 60 desenhos em preto e branco dispostos em sequência e batizados de “Men Tiras”. O TFG coincidiu com a fase de colagens para a Caros Amigos, que em alguns casos expressavam um entendimento ainda confuso sobre arte e ilustração, gerando trabalhos que queriam “explicar muita coisa” (como dizia meu orientador, o prof. Silvio Dworecki) e pecavam pelo excesso de elementos, sem foco definido. Os desenhos sintéticos das Men Tiras significaram um recomeço, uma vontade de desenhar a partir do mínimo para entender o que era essencial. Nessa época passei a conferir atenção a desenhistas modernos como André François, Tomi Ungerer, Savignac e outros. Em 2003 entrei no mestrado, sob orientação do professor Luiz Munari, com um projeto de pesquisa sobre Saul Steinberg. Chamava atenção a influência que ele exercia sobre toda uma geração de cartunistas e ilustradores, como o pessoal do Pasquim. Ao mesmo tempo, sabia que ele tinha exposto em São Paulo em 1952, no MASP. Percebi que, na época, não havia praticamente nenhum estudo aprofundado sobre o artista: fazendo um paralelo com a arquitetura, era como se Le Corbusier e sua relação com a arquitetura brasileira ainda não tivesse sido passada a limpo. Entusiasmado desde o início, passei a trocar informações com a Steinberg Foundation antes mesmo de ingressar no mestrado, enviando o que encontrava sobre Saul e o Brasil, como textos do professor Flavio Motta. Sheila Schwartz, diretora executiva da fundação, me ajudou muito ao longo de todo esse processo de pesquisa.</p>
<p>À medida que colhia informações, procurei entender até que ponto Saul era o criador de alguns aspectos recorrentes em seu trabalho, e percebi que seu grande mérito foi na verdade utilizar com maestria e originalidade recursos que vinham sendo aplicados pelas vanguardas modernas do início do século XX ou mesmo anteriormente. Sua obra é uma verdadeira aula de síntese, ambigüidade gráfica, paródia, traço fino e depurado, e metalinguagem. A qualidade do desenho de humor sintético de Steinberg que marcou o início de sua carreira, responsável pelo difundido personagem narigudo que transita de cenários exageradamente ornamentados a fundos vazios e indefinidos, já era suficiente para colocá-lo na condição de um cartunista que foi referência fundamental de determinado estilo de época, representado &#8211; por exemplo &#8211; pelo cartum depurado e muitas vezes mudo dos anos 1950. Mas o modo como ele estabeleceu conexões entre inúmeras abordagens, abrindo portas para uma infinidade de possibilidades gráficas, levou o artista muito além, tornando-o único e, indiscutivelmente, um dos mais influentes de seu tempo no meio das artes gráficas.</p>
<p>Saul Steinberg acabou sendo, também, o criador de algo peculiar: a paródia de estilos, ou seja, o uso da metalinguagem como crítica de costumes. O artista recorria a grafismos, ou a estilos, para enaltecer características das pessoas e coisas comentadas, numa espécie de caricatura com “deformações” de outra ordem. Ao incorporar ao seu traço sintético elementos gráficos diversos como clichês de jornal antigo, fotografia e qualquer estilo da história da arte, Steinberg encontrou uma liberdade que é a essência de sua obra. O artista percebeu que esses elementos “estranhos’ e contrastantes com seu traço limpo – quase um não-estilo -, uma vez inseridos no desenho configuravam-se em informação. Estes eram, portanto, a grande atração, o foco e comentário do desenho. Com esse mecanismo, libertou-se de várias amarras, podendo experimentar as mais variadas formas sem perder a coesão de sua linguagem, pesquisa e reflexão. Também estava livre da sina de todo ilustrador de traço único e marcante: ser copiado à exaustão, com riscos de esgotamento e banalização do estilo. O trabalho de Steinberg não se resumia a apenas um estilo reconhecível; apresentava um viés intelectual e conceitual, muito mais difícil de ser enquadrado e meramente reproduzido. Em permanente transformação, sua obra abria espaço para possíveis novos desdobramentos, diversas interpretações, e para o mistério.</p>
<p>É natural que as inúmeras possibilidades gráficas presentes na obra de Steinberg, como os recursos de ilusão (como um papel milimetrado que vira um edifício) ou a peculiar objetualização de elementos tipográficos e gráficos (homenzinhos carregando assinaturas como se fossem coisas, por exemplo), foram se fazendo presentes no meu trabalho à medida que pesquisava o artista. Depois de desenvolver um estilo único por anos, passei a me interessar mais por aspectos que iam um pouco além do “desenho marcante”. Com as novas experiências proporcionadas pelos livros infantis, comecei a explorar mecanismos capazes de dar maior liberdade, maiores condições para explorar novas pesquisas e abordagens gráficas. Um modo de fazer isso foi buscar nas peculiaridades de cada trabalho sugestões para novas soluções, sem chegar desde o início com um estilo previamente pronto. Para não me perder, passei a me agarrar a alguns aspectos significativos desenvolvidos ao longo de minha carreira: síntese; contornos geométricos; texturas; formas cheias, encorpadas e razoavelmente independentes que dialogam entre si; composição moderna; disposição estudada e projetada dos elementos; etc.</p>
<p>A experiência no Charivari também foi importante para o desenvolvimento de abordagens variadas e diferentes de meu estilo tradicional. Esse coletivo de ilustradores e artistas interessados na experimentação na linguagem do desenho surgiu em 2005. Começou como simples reuniões sobre desenho e ilustração, voltadas para a troca de informações e elaboração de desenhos em conjunto. A primeira ocorreu no extinto bar Santa Madalena, com a presença de ilustradores formados em arquitetura e que estavam iniciando a carreira: Andrés Sandoval, Fernando de Almeida, Laura Teixeira e eu. Novos encontros foram feitos em lugares variados e não demorou para o grupo aumentar e se interessar em produzir uma revista. Entraram ainda no primeiro número os artistas Fernando Vilela, José Silveira, Luana Geiger, Madalena Elek, Marcelo Salum, Mariana Zanetti e Silvia Amstalden – Fabio Zimbres e Bel Falleiros ingressaram posteriormente. Uma vez estabelecido o tema da primeira edição, “sexo e circo”, foi apenas então que surgiu o nome Charivari, sugerido por Andrés em uma reunião em sua casa. Na linguagem circense, “charivari” é um número em que todos os artistas do circo se apresentam mostrando o que fazem de melhor. Significa também algazarra, alvoroço. Logo descobrimos que era também o nome de uma importante publicação de humor francesa do século XIX onde participaram artistas como Daumier. Além do tema, ficou estabelecido que a primeira edição seria em serigrafia, com impressões em preto e vermelho. A capa foi elaborada no final do processo, resultado de um trabalho coletivo: uma colagem feita com fragmentos das ilustrações criadas. A imagem foi impressa sobre um papel fino estampado que embrulhou o papel branco da capa; uma vez solto e aberto, virava um poster de formato horizontal. Satisfeito com a experiência, o grupo percebeu um interesse especial pelo suporte livro, entendido como um objeto, como um meio para experimentações gráficas. Isso ficou claro na segunda edição do Charivari: ao imaginarmos desenhos independentes em páginas duplas que funcionassem como posteres, conciliamos a proposta inicial à idéia de páginas encadernadas e presas por elásticos, que depois poderiam ser soltas. Permanecia, portanto, a revista como produto final. Nos interessava o papel empregado, as relações entre os desenhos, as sequências de imagens, a capa, o formato, o modo como o objeto poderia ser folheado e manipulado. Mais do que temas precisos, o que passou a nortear as edições foram “problemas” ou especificidades gráficas pré-estabelecidas de modo a gerar desafios e experimentações.</p>
<p>Tirei partido dessas propostas para levar meu trabalho a novos caminhos. Além dos desafios propostos pelo grupo, sempre interessantes, havia a liberdade de criar algo sem clientes. O Charivari me pareceu, desde o começo, um espaço convidativo para arriscar, para mergulhar fundo em determinadas abordagens sem a preocupação de agradar imediatamente um grande número de pessoas ou um cliente. Nele registraria motivações, interesses e investigações que poderiam eventualmente ser levadas adiante – ou não. Contribuiu muito, nesse aspecto, a mentalidade dos integrantes. É evidente que aprecio o trabalho dos ilustradores do Charivari, mas além disso o que faz a diferença é o modo como todos enxergam a criação artística e o desenho, atentos ao processo de trabalho, ao livro como objeto, às diversas manifestações artísticas, às possibilidades de expansão do desenho a outros espaços, materiais e suportes. Se em meu trabalho para a primeira edição explorei os clichés tão empregados no livro do “Rorbeto”, no segundo número transpareceu um desenho mais construtivo, de geometria baseadas em formas elementares como o quadrado, retângulo e o triângulo, mescladas aos contornos também pouco sinuosos da arte primitiva. Eram as primeiras manifestações de entusiasmo com o concretismo e a arte abstrata decorrentes de minha experiência com o livro “Bili com limão verde na mão”, do poeta Decio Pignatari (Cosac Naify, 2009). Levei esse tipo de abordagem adiante, nas edições subseqüentes, até para criar meus autorretratos. É comum me sentir, em trabalhos do gênero, um arquiteto que cria estruturas, fazendo desenhos de um rosto que parece uma cadeira ou um móbile de arame. Steinberg sempre reaparece como uma referência nessas horas, ele e seus ensinamentos sobre como os elementos gráficos podem ser subvertidos em novos significados.</p>
<div id="attachment_2821" class="wp-caption aligncenter" style="width: 301px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/BILI07bb.jpg"><img class=" wp-image-2821" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/BILI07bb-291x300.jpg" alt="" width="291" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">“Bili com limão verde na mão” - concretismo, formas puras</p></div>
<p>Essa lógica também foi muito empregada em algumas oficinas do Charivari, em que o trabalho coletivo conduz todos a experiências com a fotografia de máscaras, vestimentas e objetos sobre o corpo (ou como cenário), posteriormente retrabalhadas e editadas para uma publicação. É interessante observar como um determinado objeto ou material recortado pode virar uma contundente informação gráfica ao ser transposto para fotografias. E como nosso próprio corpo fotografado participa desse jogo, por vezes assumindo contraste com as máscaras, e em outros casos integrando-se a esse universo de formas e texturas de origens diversas. Em algumas experiências as subversões brincam com as escalas das coisas: fotos dos integrantes mascarados em escala normal mescladas, com o uso de colagem, a registros de cenários pequenos e maquetinhas geram um estranhamento sobre a proveniência de cada elemento da imagem. São experiências que, acima de tudo, abrem espaço para inúmeras oportunidades de criação, tendo em vista que objetos pequenos e simples de serem feitos podem subitamente, de modo quase mágico, atingirem a escala humana ou mesmo a de estruturas gigantes. Alguns desses elementos, com suas texturas e aspectos físicos de uma coisa pequena, adquirem uma aparência inusitada quando vistos em outra escala.</p>
<div id="attachment_2823" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Charivari-arquitetura.jpg"><img class=" wp-image-2823" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Charivari-arquitetura-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Charivari&quot; - influência do livro Bili</p></div>
<div id="attachment_2825" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/sombras06.jpg"><img class=" wp-image-2825" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/sombras06-300x212.jpg" alt="" width="300" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Sombras&quot;- oficina do Charivari</p></div>
<div id="attachment_2826" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/cacarecos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2826" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/cacarecos-2-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Cacarecos&quot; - a mais recente oficina do Charivari, brincadeiras com as escalas</p></div>
<p>Atualmente as experimentações no Charivari e em diversas publicações seguem adiante, procurando não perder a relação com as outras abordagens desenvolvidas. O estilo tradicional sobrevive e acompanha essas novas informações, incorporando os elementos adequados. Inspirados pelas lições de Steinberg e outros, os trabalhos abrem-se para a possibilidade de aproveitamento das inúmeras descobertas das vanguardas modernas, e mesmo para a produção contemporânea. Ao invés de construir barreiras avessas ao repertório de outros campos criativos, há o entusiasmo pela troca entre as áreas, pela contaminação dos quadrinhos e da ilustração por referências que não pertençam aos seus universos particulares. Quero crer, e acredito ser possível, que os personagens coloridos e sedutores de meu estilo original, com suas texturas e volumetria, peguem os leitores para caminhar e apresentem a eles inesperadas formas geométricas e gráficas de um universo em transformação.</p>
<div id="attachment_2830" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Bueno_Daniel_ED4bbb.jpg"><img class=" wp-image-2830" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Bueno_Daniel_ED4bbb-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração de modelos vestidas de arquiteturas pra mostrar a mistura de algumas dessas experiências com o estilo mais habitual...</p></div>
<p><span style="font-family: Arial, serif">&#8212;&#8212;- </span></p>
<p><strong><span style="font-family: Arial, serif">Sobre o ilustrador convidado:</span></strong></p>
<p style="text-align: left"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/DANIEL-e.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2816" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/DANIEL-e-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: left"><em><a href="http://www.buenozine.com.br/">Daniel Bueno</a> é um ilustrador, artista gráfico e quadrinista de São Paulo. Seu trabalho envolve contornos geométricos, texturas, ambiguidade gráfica e ilusão, fantasia e o grotesco. &#8220;Tento escapar de soluções óbvias e um dos modos de fazer isso é deformar uma figura inicialmente redundante. O uso de elementos gráficos como entidades que podem ter outros significados também toma parte nesse processo.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: left"><em>Ele se formou em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo em 2001. Bueno tem contribuído para mais de cinquenta revistas, jornais como a Folha de S. Paulo, e editoras de livros como Cosac Naify e Companhia das Letras. Levou vários prêmios no Brasil e outros países, como o Bronze no anuário da 3&#215;3 (EUA) e quatro HQ Mix (Brasil). Recentemente, o livro &#8220;A janela de esquina do meu primo&#8221;, ilustrado por Bueno, recebeu Menção Honrosa na Feira do Livro Infantil de Bolonha (Itália, 2011) e foi selecionado para o Ilustrarte (Portugal, 2012). Daniel é também o ilustrador de dois livros que receberam o Prêmio Jabuti: &#8220;Um Garoto chamado Rorbeto&#8221; e &#8220;O Melhor time do mundo&#8221;. Sua animação Aos Pedaços, criada com Guilherme Marcondes, foi exibida nos festivais de Ottawa e Annency, e levou Mérito no Prix arts Electronica (Áustria). Ele já participou do anuário da Society of Illustrators of New York (2004, 2005, 2010), Diretório da 3&#215;3 (2008 e 2012), Anuário da 3&#215;3 (2009, 2010 e 2011), 200 Best Illustrators Worldwide (2010/2011) e do &#8220;Illustration Now!&#8221; e &#8220;Portraits Now!&#8221; da Taschen. Daniel já publicou quadrinhos e desenhos na Ragu (Brasil), Front (Brasil), Stripburger (Eslovênia), Crash! (Bolívia), Suda Mery K (Argentina/ França), Ex Abrupto (Argentina), Distorted Mirror (Sérvia), Symposion (Hungria) e outras. Também integra o coletivo Charivari, que lançou cinco edições e muitos fanzines experimentais. É membro da Society of Illustrators (EUA), AEILIJ e conselheiro da SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) desde 2004. Ele também escreve artigos para revistas, e ministra oficinas e cursos de ilustração. Em 2007 concluiu sua dissertação de mestrado sobre Saul Steinberg na Universidade de São Paulo.</em></p>
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		<title>Blog de hoje: Day Dream Lily</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 11:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RayaniMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Rayani Melo]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog Day Dream Lily é uma ótima referencia visual,  nele você encontra imagens belíssimas relacionadas à moda, ilustração e fotografia. Visitem o blog e se percam no meio de tantas imagens lindas. http://www.daydreamlily.com/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O blog Day Dream Lily é uma ótima referencia visual,  nele você encontra imagens belíssimas relacionadas à moda, ilustração e fotografia. Visitem o blog e se percam no meio de tantas imagens lindas.</p>
<p><a href="http://www.daydreamlily.com/">http://www.daydreamlily.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Se as coisas fossem mães</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 20:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago Régis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago Régis]]></category>
		<category><![CDATA[Dias das mães]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Sylvia Orthof]]></category>

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		<description><![CDATA[Em virtude do dia de hoje (dia das mamães), indico o livro Se as coisas fossem mães, escrito pela velhota cambalhota Sylvia Orthof com uma poesia bem humorada e criativa acompanhada com as aquarelas de Ana Raquel. Este é o tipo de livro que deve ter sido lido, relido e pós-lido nas escolas para homenagear [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em virtude do dia de hoje (dia das mamães), indico o livro <em>Se as coisas fossem mães</em>, escrito pela velhota cambalhota Sylvia Orthof com uma poesia bem humorada e criativa acompanhada com as aquarelas de Ana Raquel.</p>
<div id="attachment_2780" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Livro-Se-as-coisas-fossem-Mães.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2780" title="Livro - Se as coisas fossem Mães" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Livro-Se-as-coisas-fossem-Mães-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Se as coisas fossem mães</p></div>
<p>Este é o tipo de livro que deve ter sido lido, relido e pós-lido nas escolas para homenagear as mães no mês de maio. E olha eu aqui fazendo praticamente o mesmo! influências colegiais&#8230;</p>
<p>Se você deixou para comprar o presente dela nas últimas horas, como todo bom brasileiro, e está sem coragem de enfrentar as aventuras de caça-presente de última hora, decora o texto da Sylvia e declama pra sua Mãe. Ela vai te achar o breguinha mais fofo que ela já criou (e se for como a minha, vai cobrar o presente na segunda!).<br />
<br/><br />
<object width="640" height="464" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/6o4pJ0OpIS4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="464" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/6o4pJ0OpIS4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Friday Illustration #8 &#8211; A filosofia da vida em tiras &#8211; Liniers</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jader de Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Jader de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[cartum]]></category>
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		<description><![CDATA[Bendita sexta que demorou chegar! Sacudido por esta turbulenta semana de trabalho e estudos, e ainda sentido pela perda do Maurice Sendak (minhas condolências como um grande fã), tirei um tempo para vir aqui e falar um pouco sobre o cartunista que mais admiro: Liniers. Um argentino que eu digo talvez ser o Renato Russo das tirinhas. Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bendita sexta que demorou chegar!</p>
<p>Sacudido por esta turbulenta semana de trabalho e estudos, e ainda sentido pela perda do <a title="Morre Maurice Sendak" href="http://omelete.uol.com.br/cinema/morre-maurice-sendak-autor-de-onde-vivem-os-monstros/" target="_blank">Maurice Sendak</a> (minhas condolências como um grande fã), tirei um tempo para vir aqui e falar um pouco sobre o cartunista que mais admiro: <strong><a title="Liniers" href="http://www.porliniers.com/" target="_blank">Liniers</a></strong>. Um argentino que eu digo talvez ser o Renato Russo das tirinhas. Ele coloca em quadros, coisas simples das vida, coisas que sentimos e não sabemos explicar muito bem, ou não queremos assumir. Que seja! Muitas vezes me pego lendo alguma tirinha e olho pro horizonte.. &#8220;Poxa.&#8221;.  Muito notável tamanho romantismo, a visão saudável da vida e o humor sutil que ele transmite.  Claro, percebe-se também muitos suspiros da vida! As diversões de <strong>Henriqueta</strong> e <strong>Fellini</strong>, o universo de Z-25 o robô sensível&#8230; Me tornei tão fã depois que vi pela primeira vez um trabalho dele, que acabei tendo 4 livros autografados por ele, 3 da série <strong><a title="Macanudos 1" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?isbn=8560090150" target="_blank">&#8220;Macanudos&#8221;</a></strong>. Confesso que tive a cara e a coragem pra conseguir essas coletâneas de tiras autografadas pelo cara. À distância consegui falar com vendedores para que me mandassem os livros autografados, das vezes em que ele veio ao Brasil. Troco fácil ler  livros por ler um bocado de tiras dele. Liniers além de cartunista, é ilustrador e artista plástico. Todos com certeza já devem ter visto por aí em jornais, blogs, sites ou em livros algum trabalho dele.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>É&#8230;</p>
<p>Pulando de um bom assunto para um bom convite, segunda sexta do mês é dia de <strong><a title="EMPADÃO ILUSTRADO DE ABRIL" href="http://www.facebook.com/events/417941521563559/" target="_blank">EMPADÃO ILUSTRADO!</a></strong> Quer ir a um lugar legal, relaxar, comer, beber, desenhar até dar calo nos dedos e ainda participar de sorteios? Então é pra lá que você vai! =) lembrando que o evento não é restrito a quem sabe desenhar, quem ilustra, não não, se você simplesmente faz rabiscos, aí é que a gente te convida mesmo! Estamos com <em>couvert</em> de <strong>R$ 2,00</strong>. Tá aí o Flyer. Mesmo local mesmo horário, Café Pirineus, às 19h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Empadão-Ilustrado1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2762" title="Empadão-Ilustrado" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Empadão-Ilustrado1.jpg" alt="" width="750" height="1061" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bom final de semana a todos! Se cuidem!</p>
<p>Abraços</p>
<div id="wrc-float-icon" style="position: fixed; z-index: 2147483646; left: 15px; top: 15px; width: 42px; height: 42px; background-image: url('safari-extension://com.avast.wrc-6H4HRTU5E3/2110a58/images/float/grey-0.png'); display: none;"></div>
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		<title>Os monstros de nossa infância</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sophia Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sophia Pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[maurice sendak]]></category>
		<category><![CDATA[rip]]></category>
		<category><![CDATA[where the wild things are]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1963, Maurice Sendak mudou o estatus dos livros ilustrados com Where The Wild Things Are. Sua técnica de desenho em estilo xilogravura do século XIX (&#8230;) A história de Max e as The Wild Things ["as coisas selvagens"] desafiou Sendak a depurar seu texto ao máximo, como os melhores autores de livros ilustrados haviam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1963, Maurice Sendak mudou o estatus dos livros ilustrados com <em>Where The Wild Things Are</em>. Sua técnica de desenho em estilo xilogravura do século XIX (&#8230;) A história de Max e as The Wild Things ["as coisas selvagens"] desafiou Sendak a depurar seu texto ao máximo, como os melhores autores de livros ilustrados haviam feitos antes. E essa qualidade irredutível contribuiu para a criação de uma espécie de clássico sobre a raiva infantil, escandalizando alguns leitores&#8230; Segundo o crítico Brian Alderson, Sendak, que trabalhava como ilustrador profissional desde 1951, tinha &#8220;toda a história da ilustração na ponta dos dedos&#8221;.</p>
<p>(Trecho do livro &#8220;Era Uma Vez uma Capa&#8221; da Editora Cosac Naify, pág. 90)</p>
<p>Ontem Maurice Sendak desceu dos degraus dos sonhos para despertar os monstros. Essa é minha singela homenagem a ele:</p>
<p><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/maurice-sendak-2-0805_652x408.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2745" title="maurice-sendak-2-0805_652x408" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/maurice-sendak-2-0805_652x408.jpg" alt="" width="1358" height="852" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Agora&#8221;, exclamou Max,</p>
<p>&#8220;Vamos sar início à bagunça geral!&#8221;</p>
<p>Obrigada pelo jantar ainda quentinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Blog do dia: Miss Pandora</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 11:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RayaniMelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Rayani Melo]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje apresento a vocês um dos blogs de moda que mais admiro: Miss Pandora A moça faz um mix super bacana entre moda e arte; em boa parte das sessões fotográficas dela, poses, cenários, e roupas fazem referência à alguma obra de arte ou cena de filmes  resultando em fotos belíssimas . Pandora é estudante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje apresento a vocês um dos blogs de moda que mais admiro: Miss Pandora</p>
<p>A moça faz um mix super bacana entre moda e arte; em boa parte das sessões fotográficas dela, poses, cenários, e roupas fazem referência à alguma obra de arte ou cena de filmes  resultando em fotos belíssimas .</p>
<p>Pandora é estudante de história da arte e está escrevendo um livro sobre as mulheres do século  XIX na França</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.misspandora.fr/">http://www.misspandora.fr/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Era o Roald esse tempo todo</title>
		<link>http://www.fakefake.com.br/site/2012/05/06/livros-de-roald-adaptados-para-o-cinema/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 22:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Santiago Régis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago Régis]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Roald Dahl]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoas! Houve uma pequena mudança na agenda de postagens do Faker Blog. A Fabiana Queiroga, que postava nos domingos, trocou comigo pelas terças. Agora, vocês não podem reclamar que só passa Domingão do Faustão no domingo. Podem ler minha coluna (hehe)! Em 2009 fiz um núcleo livre, disciplina não obrigatória, de Cinema de Literatura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoas!</p>
<p>Houve uma pequena mudança na agenda de postagens do Faker Blog. A Fabiana Queiroga, que postava nos domingos, trocou comigo pelas terças. Agora, vocês não podem reclamar que só passa Domingão do Faustão no domingo. Podem ler minha coluna (hehe)!</p>
<div id="attachment_2737" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/roalddahl1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2737" title="roalddahl" src="http://www.fakefake.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/roalddahl1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração: Quentin Blake</p></div>
<p>Em 2009 fiz um núcleo livre, disciplina não obrigatória, de Cinema de Literatura na Faculdade de Letras da UFG. O divertimento, meu e de uma amiga da FAV (Faculdade de Artes Visuais) que pegava a aula comigo, ficava por conta das piadas irônicas do professor Heleno Godoy. Fiquei impressionado com o grau de aproximação entre literatura e cinema. Pilhas e pilhas de roteiros que foram adaptados de livros.</p>
<p>Quando não prestamos atenção de onde a história vem, compramos o filme como primeira versão da história. Em janeiro de 2011 fiquei <a href="https://lh4.googleusercontent.com/-PSUx1am1Xjs/T6VFFtnU02I/AAAAAAAAB9c/ibxsYCz7FT0/s280/Assustado.gif" target="_blank">boquiaberto </a>ao descobrir a existência de um autor: <a href="http://www.roalddahl.com/" target="_blank">Roald Dahl</a> (pasmem!!!). Praticamente metade dos filmes da minha infância são livros do Roald e eu não sabia.</p>
<p>Não vou ficar escrever quem era o Roal Dahl, porque a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Roald_Dahl" target="_blank">Wikipédia pode fazer isso</a>. Vamos a uma listinha dos filmes dele que foram para as telonas, de acordo com minha trajetória:<br />
<strong>Gremlins</strong> (que era figurinha carimbada na Sessão da Tarde)</p>
<p><object width="640" height="355" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-14d51QTVjo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="355" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/-14d51QTVjo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>A Fantástica Fábrica de Chocolate</strong> (que rodou no SBT até estragarem a fita)</p>
<p><object width="640" height="464" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eX-Xes9SFi8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="464" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/eX-Xes9SFi8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>Matilda</strong> (outra figurinha carimbada da Sessão da Tarde)</p>
<p><object width="640" height="464" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yMy6821udW8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="464" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/yMy6821udW8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>A convenção das Bruxas</strong> (este aqui era sinônimo de Cinema em Casa. O meu favorito, a Anjelica Huston está MA-RA-VI-LHO-SA)</p>
<p><object width="640" height="464" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8k0Li3BPTgQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="464" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/8k0Li3BPTgQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>A Fantástica Fábrica de Chocolate</strong> (adaptado pelo Tim Burton em 2005. Nesta época eu já era crescidinho e não esperei o SBT, loquei o DVD)</p>
<p><object width="640" height="464" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ADWEOJGZKWc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="464" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/ADWEOJGZKWc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>James e o Pêssego Gigante</strong> (este eu lembro de ter visto o Trailer num desses cassetes antigos da Disney, mas como não tinha internet naquela época só pude ver no ano retrasado, quando lembrei da sua existência)</p>
<p><object width="640" height="464" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/73ax6ZrcUx4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="464" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/73ax6ZrcUx4?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p><strong>O Fantástico Sr. Raposo</strong> ( este aqui é outro favorito e já da época dos downloads)</p>
<p><object width="640" height="464" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xUCKABjrLIE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="640" height="464" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/xUCKABjrLIE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object><br />
No blog <a title="Mar de Histórias" href="http://mardehistorias.wordpress.com/" target="_blank">Mar de Histórias</a>, Andreia Santana, fez 4 postagens ótimas sobre o Roal Dahl:</p>
<ul>
<li><a href="http://mardehistorias.wordpress.com/2009/12/26/o-fantastico-mundo-de-roald-dahl/" target="_blank">O fantástico mundo de Roald Dahl</a></li>
<li><a href="http://mardehistorias.wordpress.com/2009/12/26/roald-dahl-ii-escrever-e-percorrer-vales-e-montanhas/" target="_blank">Roald Dahl II – “Escrever é percorrer vales e montanhas”</a></li>
<li><a href="http://mardehistorias.wordpress.com/2009/12/26/roald-dahl-iii-reinvencao-de-robin-hood/" target="_blank">Roald Dahl III – Reinvenção de Robin Hood</a></li>
<li><a href="http://mardehistorias.wordpress.com/2009/12/26/roald-dahl-iv-livros-que-viraram-filme/" target="_blank">Roald Dahl IV – Livros que viraram filme</a></li>
</ul>
<p>Por hoje é só. Espero vocês no próximo domingo!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.fakefake.com.br/site/2012/05/06/livros-de-roald-adaptados-para-o-cinema/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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